carta à memória II

as Coras Coralinas,
de muitas luas nos seus fios brancos,
de pés rachados de tanto caminhar poesia,
dirigem seus olhares serenos
ora para a janela
[que a espera das chegadas e partidas do Sol, reinventam o tempo da saudade],
ora para o chão
[interpretando os rumores desta terra avermelhada]
pâmela grassi,
ajuntando novas pedras, as palavras escreveram-se num ônibus,
à mercê da estrada de brazabrantes.
e no término da tarde, ao achado de novas pedras à autenticidade de um verso, o parto do poema.
Belíssimo! :) Nevou luar nos fios brancos, a pele ganhou vincos da muita jornada em pedra, mas a alma pulsa, vibra e vive com mais intensidade ainda... ;)
ResponderExcluirQue poema interessante tu fizeste, Pâmela!
ResponderExcluirHomenagem justíssima, prestada de forma única, muito original...
Gostei muito!
Abraço, querida...
Que belo *___*
ResponderExcluirPâmela, agradeço imensamente pelo selo, obrigada!
Já postei em meu blog com muito carinho.
Grande beijo!
Pâmela,
ResponderExcluirQue sequência esta! Lindo poema e homenagem à Cora e às coras. Em 11 de março eu escrevi um poema em homenagem a Cora Coralina (http://eng-ivanbueno.blogspot.com/2010/03/ana-lins-dos-guimaraes-peixoto-bratas.html). Este seu ficou inspiradíssimo. Então você andou aqui pertíssimo de mim? Que legal! Depois conte mais da viagem.
Beijo grande e parabéns pelo poema.
Ivan Bueno
blog: Empirismo Vernacular
www.eng-ivanbueno.blogpot.com
Magistral a sua interpretação em forma de poema, menina bonita!
ResponderExcluirBonito o seu olhar, maestrina! Muito bonito!
Que homenagem linda, querida!!!
ResponderExcluirMaior que o prazer de escrever, é transmitir a emoção através das letras.
Obrigada pelo carinho!!!
Beijos de contentamento!!!
doceira de mão cheia a cora...
ResponderExcluirestou pra visitar a terra dela por estes meses.
bjo
Que sensível! Bonito demais seu poema, moça!
ResponderExcluirBeijos.
gosto dessa senhorinha!
ResponderExcluirrs...
Em cada janela há um verso, e quando houver sol, mais um escrito!
ResponderExcluirLindas palavras, minha querida.
beijo.
Amo Cora Coralina!
ResponderExcluirTão poucas linhas que traduziram tão bem a realidade de muitos... Lembrei de minha avó.
ResponderExcluirPâm,
ResponderExcluirtens algo à tua espera no Em@.
Volto depois para ler e comentar.
beijo
Cheguei aqui através do blogue da Em@. Surpreendeu-me a sensibilidade e o bom gosto.
ResponderExcluirBeijo :)
Que aconteçam-te vários partos poéticos!
ResponderExcluirTo sem tempo... MAs quando dá passo aqui... E encanto-me com teus escritos.
beijo
encantador, Pâmela! Inspiradora foi essa tua viagem.
ResponderExcluirbeijão
que encanto dona moça.
ResponderExcluire que saudades de você no Reino :)
perdoe-me o sumiço... a vida têm me consumido tanto tempo.
beijo de poesia.
Linda homenagem,Pâmela!
ResponderExcluirBjinhos***
"Caminhando e semeando, no fim terás o que colher"
ResponderExcluirImpressionante o que mover o corpo causa a alma!
ResponderExcluirBelas palavras!
Sempre amei Cora. Sua delicadeza e força sempre me inspiraram. E aquela janela... Parece até uma avó me esperando.
ResponderExcluirAbraços. lindo espaço!