Das canções das pedras

Na margem de mim mesma,
vegetei entre as pedras
revesti-me de silên(cio)

Das pedras lavradas,
extensões nasceram por todos os cantos

Pâmela Grassi

Comentários

  1. o silêncio salva
    o silêncio me salva
    assim, pois, silencio.

    Pâmela, fico feliz que, de alguma forma, serve à você aquelas palavrinhas. Mas, cuide dessa saudade, sim?

    Beeeijo!

    ResponderExcluir
  2. Muito lindo, Pâmela!
    Sabiamente arquitetado.
    Adorei!
    Grande abraço, querida.

    ResponderExcluir
  3. O silêncio é o principal alimento da sabedoria.

    Beijos de passarinho!!!

    ResponderExcluir
  4. Tão simples e tão lindo!

    É assim que eu defino seus escritos!

    ResponderExcluir
  5. Tentando sentir desse teu horizonte, essas tuas pedras, águas, teu sol...Ou seja: Lendo-te.

    ResponderExcluir
  6. O cio nem precisa do silêncio, aqui versado, apesar de nos calar, ou não. Gostei da imagem da ramificação.
    Beijo grande,

    Ivan Bueno
    blog: Empirismo Vernacular
    www.eng-ivanbueno.blogspot.com

    ResponderExcluir
  7. Deixe que a água te envolva toda com sua dança.




    Beijos meu suquinho ;*

    ResponderExcluir
  8. Bom perceber que nem todas as pedras significam empecilhos... Se tivesse uma pedra no meio do caminho e se, no meio do caminho, tivesse uma pedra, me extenderia como você

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas