Sobre as memórias - 2º motivo da estrada

{Marc Chagall, The Flying Cart Burning House}

As memórias são pequenos estandartes revestidos de saudade.
O ofício das saudades é praticado nos abraços.
Os abraços, braços muitos, fazem acontecer o gosto de se gostar.
O gosto de se gostar reiventa suas continuidades quando o longe torna-se perto.
Será que toda saudade cabe numa memória?
Pâmela Grassi,

Comentários

  1. Lindo texto, minha querida Pâmela!
    E muito boa a pergunta que você nos deixa...
    Saudade e memória, coisas tão próximas, tão afins...
    Adorei, amiga!
    Beijos

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  2. Executando muitas cores meu suco...

    ;*

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. Não sei, quando a memória passa, explode na realidade.

    Lindo Pâmela, texto e imagem *.*

    Grande beijo!

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  5. Parafraseando Quintana & Baleiro:

    "A saudadeé o que faz as coisas pararem no Tempo."

    "A saudade
    é um filme sem cor
    que o meu coração
    quer ver colorido."

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  6. Ou será que e a Saudade é Briggete Bardot aceando num filme antigo?

    Gosto de pensar que a memória não cabe na saudade...a memória não é só saudosismo, é sim um todo-dia-hoje diferente....a saudade ficou lá, imóvel dentro da própria "saudade". A memória foi mais esperta e resolveu se refazer todo dia!

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  7. pâmela!
    que lindo isso, no conjunto, de mãos dadas pelo melhor a todos, no processo e na chegada!
    parabéns!
    grande beijo...

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