ainda sem título

entre a janela e a estrada,
o lápis se fez presença com uma nudez desejável
a palavra comeu meu silêncio
fui escrita
pâmela grassi,
de perspectivas sonoras, visuais e caleidoscópicas abertas à Symphonia da Metrópole Paulista. amanhã, a cidade do jam calhambeque e da aglomerada solidão (São, São Paulo) se configurará diante dos meus olhos. acima, uma imagem de 1920 da Rua 15 de Novembro, no Centro Velho.
da vontade de deitar em tudo aqui.
ResponderExcluirmacio feito algodão.
Puro encantamento, querida Pâmela!
ResponderExcluirAs palvras levitam...
Lindo demais!
Abraço e beijinhos, amiga!
No quarto-mundo-mudo, muda tudo
ResponderExcluirSilêncio que esquarteja, eu não me iludo,
Cioso a bem querer que a muda nasça
Mudança que não seja só fumaça
;)
'fui escrita'
ResponderExcluirUm achado este verso!
Pam,
ResponderExcluirterminou magistralmente o poema!
beijo no <3
Ah, e descrita sua jornada, fiquei muda.
ResponderExcluirLinda! Lindo, tudo!
Beijo.
Um encanto!!!
ResponderExcluirBeijos no coração!!!
Voltei.
ResponderExcluire cheia de
s
a
u
d
a
d
e
s
Pura e tocante metalinguagem!
ResponderExcluirEu nem sei o que dizer... fui escrito!
ResponderExcluirLindo, Pâmela, lindo...
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirEntão lá foi ela.... pra grande metrópole da boca cheia de dentes....
ResponderExcluirQue encanto flor.
ResponderExcluirSempre alinhavando cores no meu coração.
Grande beijo.
Ai,menina!
ResponderExcluirVc sempre tão suave! *~*
Que saudade daqui!
Que petulância saudável! Adorei!
ResponderExcluirque delicia te ler. que o mundo te escreva muito!
ResponderExcluirAdoro ler-te, escrita suscinta!
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